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Estou parando de escrever no blog, porque estou realizando outro projeto. Estou cada vez mais envolvido com o mundo do poker, então não sobra muito tempo aqui. E no teatro estamos com muito trabalho, mal começou o ano e estamos montando a segunda peça que estréia semana que vem. Tenho mais três textos saindo do forno e muitos trabalhos. Então esse blog vai ficar meio entregue as moscas.De vez em quando eu irei escrever, mas não prometo nada. Até mais, valeu o peixe!



Escrito por o super superfluo às 11h59
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Madrugada Embriagada

03:42. E aqui estou eu. Acordado. No quarto copo de vodka com maracujá. Ou será o quinto. Não sei. Passei o dia terminando um texto. Mais um. Teatro Empresarial. Com muito humor. Foi o texto que eu mais trabalhei. Sou muito preguiçoso pra escrever, mas nesse eu pesquisei um monte. Por isso o meu medo de não ser aprovado. Um texto que eu escrevo em três horas acaba fazendo o maior sucesso. Esse eu demorei quase dois meses. Quem sofre é minha namorada. Eu fico agora ansioso para o texto ser aprovado pelo Lázaro e o Leonardo. Depois fico ansioso para ser aprovado pelo público. E depois eu tenho que escrever mais e mais. Eu não sou escritor. Gosto quando o trabalho está pronto. 03:47. Não consigo ficar com sono, mas estou levemente embriagado. Quero dormir, mas ainda não estou no ponto. Não entendo porque tem tanta gente com obsessão em achar erros em filme, sendo que dá o maior trabalho achar os erros da nossa vida. Eu tenho um monte. Deise é minha namorada. Os que lêem esse blog já sabem disso. Os que não lêem não sabem o que estão perdendo. Se soubessem também não leriam. Então, Deise, só pra você ficar sabendo, a vodka acabou, mas lembre-se, eu te amo. 03:54. Estou escrevendo no escuro. O duro é achar o copo de vodka quando quero beber. Eu ia escrever alguma frases de efeito que eu tinha anotado, mas não sei onde eu anotei. Nosso grupo de Teatro, o BR3, está ficando cada vez mais engraçado. Acho que finalmente estamos achando o nosso ritmo. Três homens feio em cena, só fazendo os outros rir mesmo. 03:59. Cada vez que dou um gole eu escrevo a hora. Mentira, acho que já dei vários goles e perdi meu tempo tentando corrigir os eros de portogues. To ficando bêbado, já tava, e digitar no escuro, num teclado italiano, não é f#a´cil. 04>01. Mais um gole. Demoro pra achar o copo. Então, o bom de um blog é poder escrever o que quiser. Estão dizendo que vamos entrar numa nova era glacial, vocês sabem o que isso significa? A cerveja vai estar sempre no ponto. 04:06. Nem sei mais o que escrever. Ainda faltam uns dois goles pra eu parar de escrever. Eu tinha tantas coisas pra falar, agora não sei. Eu não acredito por exemplo em amnésia, aminézia, amisénsi...caralho, isso aí... alcoólica... alcoo... bem, vocês entenderam. Eu acho isso uma puta desculpa pra fazer merda.

-Caralho, porque você passou por cima daquele monte de evangélicos?

- Não lembro. É... hum... Amnésia alcoólica?

- Há tá. Então tudo bem.

Por aí... sei lá do que estou falando, mas é por aí...04:10 Nossa como o tempo passa quando estamos escrevendo e tomando um gole. Ou será, tomando um gole e escrevendo. Acho que vou perder meus poucos leitores. Eles quando estão sem fazer nada, olham pro canto esquerdo, ou direito (que se foda) e vêm: Olha, o blog do Pedrão, faz tempo que não dou uma olha lá. E depois que entram aqui, ficam perdidos. Com tanta profundidade... 04:14 Bem, sei lá já o que estou tentando falar...

eu tava escrevendo uma parte enorme, mas perdi tudo daqui pra baixo. 04:23. Então se contentem com isso, seus pervertidos, que eu vou tomar o último gole e ficar por aqui.

 

 



Escrito por o super superfluo às 02h54
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Por motivos de força maior. Essa força maior, vem de pessoas de força menor, que insistem em deixar recados aqui, usando nome de outras pessoas e se fazendo até passar por pessoas conhecidas, enfim... recados agora apenas os aprovados.



Escrito por o super superfluo às 23h50
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Coisas que se tem que fazer para viver em Londrina

Hoje tem apresentação de peça Clientize Djá! É teatro empresarial. Sobre vendas. É isso que eu faço pra viver enquanto não ganho uma mega fortuna no poker. É o que rende a cerveja da criança, meu filho, que daqui um mês e uns quebrados vai fazer dezoito. Então cerveja não falta na geladeira, nem a vodka da Deise Raise, minha girlfriend, que já tá viciada no poker. Que, aliás, está tentando fazer o seguro do carro. Acho que é mais barato deixar o ladrão levar e depois ir na TV e pedir por ladrão negociar que ela compra de volta. Então, tenho que ir pro teatro agora ensaiar, passar a luz, o som, e decorar as mudanças do texto. Nosso teatro pelo menos é engraçado, não acredito que uma peça vá ensinar ninguém a fazer nada, mas que fazemos rir, isso fazemos. O duro é que sou eu que escrevo os textos do grupo. Tem outro trabalho que vai estreiar no final do mês, que eu nem terminei o texto ainda. Fico jogando poker, é isso que dá, atraso o texto. Vou deixar mais um vídeo postado. Uma reportagem sobre a peça Aquatrix, quando fez parceria com o LEC (Londrina Esporte Clube) Adoro o encerramento dessa matéria.



Escrito por o super superfluo às 12h16
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Soul Blues

As cartas na mesa

o tiro na testa

minha alma se vai

ao som do blues

minha alma se vai

como a minha vida

pra baixo e avante!!!

a morte é só mais uma estrada

que vou seguir sem rumo

não precisa de padre no velório

apenas toquem um blues

porque eu sou apenas isso

um bêbado, jogador "invetarado"

com problemas de relacionamento

é isso que sou

Soul blues

+++++

ouçam a rádio http://bluesnaveia.com/



Escrito por o super superfluo às 14h20
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Matéria no jornal Paraná TV



Escrito por o super superfluo às 16h31
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Entre Ontem E Amanhã

Ontem foi estréia de mais uma peça empresarial. Corrido como sempre. O teatro lotou. O público riu. Os atores nervosos. Enfim, o de sempre. Esse domingo tem torneio de poker. Tenho duas peças pra escrever e uma namorada pra me socorrer. Tenho que inventar piadas a torto e direito. E aguentar a chuva e o calor. Moro numa casa de fundos. Quando chove é goteira pra todo lado. Quando faz calor vira o deserto do saara sem camelo. Saio daqui direto pro bar tomar uma cerveja. Jogo poker on line sempre que posso. Apesar da correria encontro tempo. Penso muito em escrever nesse blog. Quando abro mais uma mesa on line e a escrita fica pra depois. Mês que vem tem mais uma estréia. Maio tem outra. Os patéticos entram em ação. Eu tenho que emagrecer pra interpretar um gordo. Eu falo ninguém acredita, mas eu estou gordo demais pra fazer o papel do gordo dos patéticos, já que é uma homenagem ao Curly do "Os Três Patetas". Ontem quando entrei no palco um cara falou - Olha o bussunda!- caraca. o Márcio Américo disse que meus monologos ficaram parecem humor Stan Up. Esse é um terreno que eu queria explorar mas estou sem coragem e tempo também. O dinheiro anda escasso. Mas sempre sobra um pouco pra cerveja no copo. Pro filme no cinema. Minha namorada amanhã vai fechar o contrato do carro. Vamos poder ficar brincando de bi bi fon fon. Amanhã, ou talvez sábado saia uma matéria na globo, no jornal estadual, uma matéria que fizeram com o grupo e que ficou tão engraçada (segundo a diretora da rede) que acharam que não deviam queimar passando apenas na região. E talvez saia nacional. Vamos ver. E agora vou sair pra encontrar com ela, minha namorada não a diretora da Coroados,  e tomar umas cervejas e comer uma costela na gelobel que ela está me devendo.



Escrito por o super superfluo às 16h30
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Quando eu estou aqui...

Férias. Como é bom ficar um tempo sem fazer nada. Adoro o ostracismo. Bem, fiquei jogando poker on line. Ganhei um monte, perdi um monte, e assim é minha vida. Ganhos e perdas. A Deise aportou por aqui um tempo. Muitos filmes e bebedeiras. Agora tenho que trabalhar. Três textos para escrever em um mês. Ensaiar. Aulas de sax. Mais poker. Comprei uma penca de filmes numa locadora que estava fechando. Cincão cada. Coleciono filmes originais, até porque, meu notebook não aceita piratas. Sacanagem. Fazem duas semana que não para de chover nessa cidade. Ainda não arrumei o telhado. Minha cama vive no meio do quarto. Putz, lembrei agora, minha geladeira está descongelando desde ontem, ainda mais essa... Bem, estou voltando a escrever. Não sou escritor. Alguns podem dizer que não sou nem ator, mas eu vivo disso. De escrever e atuar. Tem coisa melhor? E ainda ganho uns doláres jogando poker. Tenho uma namorada linda e inteligente(que é uma combinação difícil de achar). Um filho que é músico e vai fazer dezoito. Não pago aluguel. Faço apenas o que quero. Eu sei, que o mundo está cheio de problemas. E que tenho um monte de defeitos e que tenho que dar fim neles. Não sou de ficar reclamando. Não vou ficar discutindo o que não sei.

Isso que dá ficar muito tempo sem escrever quero falar de tudo e no fundo não falo nada. Ingressos para o Bob Dylan vão custar de R$ 250,00 a R$900. Caralho. Será que ganha pelo menos uma lata de schincariol e uma dose de natu? Um abraço do bilheteiro? O Beto Carrero morreu.  Já pensou, você morrendo, indo para a luz, daqui a pouco vem o som de laser, zap, e a voz "Seja bem-vindo ao Beto Carrero..." Hoje tem ensaio. Tem costelinha de porco no Jaime. Vou beber umas pra não perder o costume. Estou escrevendo e em dúvida se faço um arroz ou compro uma marmitex? Bem, vou fazer arroz, lembrei da geladeira...saco.



Escrito por o super superfluo às 11h56
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Chover No Molhado

Descobri que minha casa nova tem goteira. Em todos os lugares. Estou ilhado na minha cama. A água da chuva escorre por todas as paredes. São quatro da manhã e eu aqui realocando os móveis. A chuva veio em boa hora... pra me encher o saco. Fico jogando um poker on line. Torcendo os panos. Esvaziando os baldes. Rezando pra energia não acabar nem a conexão com a internet. Escrevo, leio blogs, e jogo poker. Já que não vou dormir então vou aproveitar a noite mesmo. Nem uma cerveja na geladeira. Maldita hora pra ela ficar desabastecida. O duro que acordei com um sonho onde eu conseguia resolver as cenas da minha nova peça. Virei pro lado na cama, pensando "Amanhã eu escrevo...", mas a cama daquele lado estava molhada. Então era melhor levantar... Ontem também não dormi nada. Fiquei jogando poker até de manhã. Ganhei um bom dinheiro. Hoje eu queria dormir, mas a chuva não para. E não posso nem reclamar com ninguém. Não pago aluguel. Meu filho não acorda nem por decreto. O quarto dele não caiu uma gota. Eu tento fazer tudo em silêncio pra não acordá-lo. Bem, só queria deixar isso registrado aqui. Não tenho muito mesmo o que fazer entre esvaziar um balde e outro. Acho que vou perder no poker. Que noite...

 



Escrito por o super superfluo às 04h06
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The Pogues

Tenho que concordar com o Jotabê Medeiros , tem horas que dá vontade de fazer que todo mundo à sua volta ouça The Pogues. Shane McGowan, ex-vocalista da banda The Pogues, foi eleito o mais feio do rock. Banda punk, que fazia um mix de música folclorica inglesa e irlandesa que tem no seu repertório músicas como Beer, Beer, Beer (drinking song). In heaven there is no beer, Whiskey in The Jar. (Eu não consegui arrumar o tamanho das letras)

 



Escrito por o super superfluo às 00h39
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A doce loucura da velhice

Digo pra ela que estou ficando louco, e ela diz não se importar. Ando criando métodos malucos pra ganhar no poker. Geralmente não funcionam. Ando a base de arroz e bife. Às vezes falta o arroz, e geralmente nunca tem bife. Fico escrevendo até as cinco. Acordo ao meio dia. Procuro mesas de poker para ganhar algum trocado, mas dizem que ando criando muita confusão e ninguém mais quer jogar comigo. Digo pra ela que estou ficando louco, e ela diz não se importar. Então saio de blusa num calor de derreter a sola do tênis furado. Vendi o carro. Não estava conseguindo abastecer de álcool meu fígado mal tratado. Esses dias eu passei lendo em voz alta “On The Road”, queria que as pessoas se iluminassem, mas o pastor pediu pra eu sair da porta da igreja. Fui à escola de manhã e pedi pra deixarem meu filho sair pra dar uma volta comigo e dar umas risadas. Eles não acharam isso um motivo suficiente para liberá-lo. Tentei pular o muro, mas a diretora apareceu com um PM. Digo pra ela que estou ficando louco e ela diz não se importar. Fico dançando na chuva esperando o ônibus dela chegar. Como sempre fiz nos últimos anos. Todos os descem menos ela.  “E aí, motorista, cadê a minha garota?”. “Pai, vamos embora.” “E ai, filhão, eu estou aqui esperando minha garota.” “Já fazem dois anos, pai, ela se foi, já fazem dois anos. Vamos pra casa.Está chovendo”. "Então vamos ver quem chega primeiro."

 



Escrito por o super superfluo às 18h46
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Feriado Se Aproximando

Nada pra escrever hoje. Minha cabeça só pensa em: Os Patéticos. Os Patéticos. Os Patéticos... (pra quem ainda não sabe, logo darei mais informações)

Enquanto isso curtam o espetáculo da minha amiga Carol e Cia.

GRUPO TEATRO DE GARAGEM APRESENTA


"EM BUSCA DE SUAS CRIATURAS"


DE 01 A 16 DE NOVEMBRO
SEXTAS E SÁBADOS NO SESC-LONDRINA (RUA FERNANDO DE NORONHA, 264).
ÀS 20:30
INGRESSOS À R$6,00 E R$3,00
INFORMAÇÕES: 33787800 / 33787831



Escrito por o super superfluo às 12h37
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Acostume-se

 

Você reza baixinho

Para Deus não te ouvir

Come lágrimas petrificadas

Em solitárias noites de sábado

Escuta o vento chorando

Do outro lado do oceano

Sempre se escondeu

Atrás de uma parede de vidro

Pagou o próprio resgate

Para quem não queria te sequestrar

Agora, eu estou em seu encalço

Acostume-se com isso

 



Escrito por o super superfluo às 22h41
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Jogue Fora O Que Não Presta

Eu sei de tudo, my friend.

Sei dos acordos sórdidos

Do que tem por baixo do pano

Dos que falam demais e não prestam atenção

Eu sei dos problemas ambientais

Sei que o amor copula com o ódio

Conheço histórias terríveis

Gritos dentro de casas

Crianças que aprendem a não chorar

A isca perfeita da bala certeira

A mentira que não para de rezar

As acusações em falso

O inimigo que prepara teu pão

A teia sendo tecida sobre sua cabeça

Eu sei de tudo meu amigo

Mas, nesse momento, tem uma mulher

Se arrumando pra sair comigo

Perguntando se gosto da cor preta

Porra, você acha que algo mais importa?

 



Escrito por o super superfluo às 19h30
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My life is Cheetos

 

A minha maior aptidão é ser inapto para tudo. Não tenho vocação pra nada. O único talento é ficar bêbado e fazer todo mundo dar risada. O bom é ter pessoas que nos apóiam. O meu pai, por exemplo, fala que eu não dei certo na vida, mas ele ora por mim.  Tenho um problema com mulher. Elas não gostam de mim, quando gostam sou eu que não gosto delas. Eu penso assim: se uma mulher se interessa pela minha pessoa alguma coisa ela tem de errado. Não bate bem da cabeça. Moro sozinho com meu filho. O quarto dele é cheio de gibis. Tudo meu. O meu media player está lotado de música sertaneja e pagode. Todas dele. Mas temos algo em comum. Nós dois não gostamos da mãe dele.  Tenho um Voyage caindo aos pedaços. Um notebook onde vivo jogando poker on line. Tenho tentando acertar algumas contas nessa vida. Diminuir meu karma. Sim, também sou budista. Alguém tem que ser. Tem uma mulher que adora quando eu ligo pra ela. A dona da pizzaria. Meus amigos são meios estranhos. Uma parece o Larry, dos três patetas. Outro fuma tanta maconha que a gente o chama de marcha lenta. E tem um que não bebe, por isso quase nunca falo dele. Odeio gente que não entende piada. Acho que dá pra saber se uma garota é interessante contando uma piada. Se ela não rir, pode esquecer. Amigo a gente releva. Eu não tenho uma vida sexual muito ativa (parceiramente falando). Então escrevo num blog. Fiquei um tempo sem escrever nele porque não conseguia blogar. Agora espero fazer isso regularmente. Tenho tempo de sobra mesmo. Larguei do meu emprego para viver apenas de teatro. Aceito doações. Eu tinha um gato, mas ele foi embora. Querem saber de uma coisa? Eu até que gosto desse mundo...



Escrito por o super superfluo às 04h43
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